Rádio Torrões We

quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Papa aceita renúncia de dom Otacílio Luziano da Silva ao governo pastoral da diocese de Catanduva, em São Paulo



Dom Eduardo, bispo emérito de Sorocaba
O papa Francisco acolheu, nesta quarta-feira, 10, o pedido de renúncia ao governo pastoral da diocese de Catanduva (SP) apresentado por dom Otacílio Luziano da Silva. Na mesma data, foi nomeado como administrador apostólico, dom Eduardo Benes de Sales Rodrigues, arcebispo emérito de Sorocaba (SP).
Natural de Maracaí (SP), dom Otacílio nasceu em 31 de outubro de 1954. Foi ordenado em 06 de dezembro de 1987, na cidade de Assis (SP). Estudou Filosofia na Universidade Estadual de São Paulo (Unesp) e Teologia no Instituto Teológico Rainha dos Apóstolos, ambas as instituições em Marília (SP). Dom Otacílio é pós-graduado em Parapsicologia.
Antes de ser nomeado bispo, em 21 de outubro de 2009, foi vigário geral da diocese de Assis, reitor do Seminário Provincial Sagrado Coração de Jesus, em Marília, e membro do Conselho de Presbíteros e do Colégio dos Consultores da diocese de Assis por duas vezes.
Bispo de Catanduva desde 17 de janeiro de 2010, dom Otacílio escolheu como lema “Revesti-vos da caridade”. Em sua trajetória como pastor, foi responsável pela Pastoral Carcerária entre 2014 e 2016.
Em nota assinada pelo bispo auxiliar de Brasília e secretário-geral da CNBB, dom Leonardo Ulrich Steiner, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) manifestou gratidão a dom Otacílio e preces por uma “serena emeritude”.
Leia na íntegra:

Nota de agradecimento da CNBB a dom Otacílio Luziano da Silva


Brasília, 10 de outubro de 2018
Prezado Irmão, dom Otacílio Luziano da Silva.
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) recebeu na manhã desta quarta-feira, 10 de outubro, a notícia de que o Santo Padre, Papa Francisco, acolheu o seu pedido de renúncia ao governo pastoral da Diocese de Catanduva (SP). Neste momento, trazemos nossa palavra de gratidão ao senhor e as nossas preces por uma serena emeritude.
Lembramos uma palavra do Papa Francisco, pronunciada na oração do Ângelus, em dezembro do ano passado, referindo-se a Deus Pai: “Ele, de fato, é muito generoso conosco, e nós somos enviados a reconhecer sempre seus benefícios, o seu amor misericordioso, a sua paciência e bondade, vivendo assim em um incessante agradecimento”.
Seu lema episcopal também nos inspira: “Revesti-vos da caridade”. Na mensagem do Apóstolo Paulo presente na Carta aos Colossenses encontramos essa expressão chamando à união, na perfeição, com a seguinte continuação: “Reine em vossos corações a paz de Cristo, para a qual também fostes chamados em um só corpo. E sede agradecidos” (Cl 3,15).
Nosso abraço fraterno.
Em Cristo,

Dom Leonardo Ulrich SteinerBispo Auxiliar de Brasília
Secretário-Geral da CNBB
Fonte: CNBB

Regional Nordeste V realiza Seminário sobre a Campanha da Fraternidade 2019



O Conselho Episcopal Pastoral (Consep) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) definiu em Agosto de 2017 o tema  ‘ Fraternidade e Políticas Públicas’ e o lema ” Serás libertado pelo direito e pela justiça” (Is 1, 27) para a Campanha da Fraternidade 2019, cujo objetivo geral é” Estimular a participação em Política Públicas, à luz da Palavra de Deus e da Doutrina Social da Igreja para fortalecer a cidadania e o bem comum, sinais de fraternidade”.
A CF 2019 vai aprofundar o que são as políticas públicas enquanto garantidoras de direitos, buscando fazer a distinção entre política de governo e políticas de estado, bem como vai tratar do processo de uma política pública – da agenda à avaliação e monitoramento.
E foi em busca de mais conhecimentos sobre esse tema proposto, que 11 das 12 dioceses que formam o Regional NE V, se reuniram de 19 a 21 de Outubro, na Casa de Retiro Oásis, no bairro da Aurora, na arquidiocese de São Luís, para a realização do Seminário Regional da CF 2019. A programação teve início na Sexta- Feira, dia 19, com o jantar, e logo em seguida a acolhida, apresentação e Oração Inicial, conduzida pelos representantes da arquidiocese de São Luís. Na sequência o padre João Maria, fez uma Análise de Conjuntura Eleitoral e sobre as Políticas Públicas do Ma, mostrando ainda o atual cenário das últimas eleições para Deputados e Senadores.
No sábado, dia 20, a Oração Inicial foi feita pelas dioceses de Coroatá, Brejo e Caxias, e depois do café da manhã, o assessor do Seminário, Antônio S. Evangelista, mais conhecido como Toninho Evangelista, da arquidiocese de Campinas (SP) e assessor da Comissão Nacional da Campanha da Fraternidade da CNBB deu início a sua fala sobre  Políticas Públicas, tendo como subsídio o Texto- Base preparado pela CNBB. A metodologia utilizada no sábado foi o Ver e o Julgar, que tratou das Políticas Públicas à luz da Bíblia e Documentos da Igreja.
Para concluir o dia, a Oração foi feita pelas dioceses de Pinheiro e Zé Doca. No Domingo, 21, o último dia do Seminário foi iniciado com a Santa Missa, presidida pelo padre Antônio José, da diocese de Imperatriz e concelebrada pelo padre Israel dos Santos, da diocese de Pinheiro que foram auxiliados pelo diácono João Batista, da diocese de Grajaú, tendo a Liturgia animada pelas dioceses de Imperatriz, Balsas e Grajaú.
Em seguida, foi servido o café da manhã, e logo após, seguindo a metodologia do Seminário, as dioceses foram divididas em grupos para construírem pistas de ação para o Agir, metas essas a serem realizadas em 2019 tanto a nível regional e diocesano. Após a apresentação dos resultados discutidos nos grupos, foram feitos os agradecimentos, avisos e para encerrar, a Oração de Envio, conduzida pelas dioceses de Bacabal e Viana.
Rosangela Garces/ Pastoral da Comunicação
Fonte: CNBB

CNBB divulga nota sobre o segundo turno das eleições 2018


Reunidos entre os dias 23 e 24 de outubro na sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Brasília (DF), os bispos que integram o Conselho Episcopal Pastoral (CONSEP) da entidade emitiram uma Nota sobre o segundo turno das Eleições 2018. No documento, os bispos reforçam que as eleições são ocasião de exercício da democracia que requer dos candidatos propostas e projetos que apontem para a construção de uma sociedade em que reinem a justiça e a paz social.  Os bispos exortam a que se deponham as armas de ódio e de vingança que têm gerado um clima de violência, estimulado por notícias falsas, discursos e posturas radicais, que colocam em risco as bases democráticas da sociedade brasileira. Abaixo, a íntegra do documento.

NOTA DA CNBB
Por ocasião do segundo turno das eleições de 2018
Jesus Cristo é a nossa paz! (cf. Ef 2,14)
O Brasil volta às urnas para eleger seu novo presidente e, em alguns Estados e no Distrito Federal, seu governador. Fiel à sua missão evangelizadora, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), por meio de seu Conselho Episcopal Pastoral (Consep), reunido em Brasília-DF, nos dias 23 e 24 de outubro, vem ratificar sua posição e orientações a respeito deste importante momento para o País.
Eleições são ocasião de exercício da democracia que requer dos candidatos propostas e projetos que apontem para a construção de uma sociedade em que reinem a justiça e a paz social. Cabe à população julgar, na liberdade de sua consciência, o projeto que melhor responda aos princípios do bem comum, da dignidade da pessoa humana, do combate à sonegação e à corrupção, do respeito às instituições do Estado democrático de direito e da observância da Constituição Federal.
Na missão de pastores e profetas, nós, bispos católicos, ao assumirmos posicionamentos pastorais em questões sociais, econômicas e políticas, o fazemos, não por ideologia, mas por exigência do Evangelho que nos manda amar e servir a todos, preferencialmente aos pobres. Por isso, “a Igreja reivindica sempre a liberdade, a que tem direito, para pronunciar o seu juízo moral acerca das realidades sociais, sempre que os direitos fundamentais da pessoa, o bem comum ou a salvação humana o exigirem (cf. Gaudium et Spes, 76). Não podemos nos calar quando a vida é ameaçada, os direitos desrespeitados, a justiça corrompida e a violência instaurada” (CNBB – Mensagem ao Povo de Deus – 19 de abril de 2018). Inúmeros são os testemunhos de bispos que, na história do país, se doaram e se doam no serviço da Igreja em favor de uma sociedade democrática, justa e fraterna.
A CNBB reafirma seu compromisso, sobretudo através do diálogo, de colaborar na busca do bem comum com as instituições sociais e aqueles que, respaldados pelo voto popular, forem eleitos para governar o País.
Exortamos a que se deponham armas de ódio e de vingança que têm gerado um clima de violência, estimulado por notícias falsas, discursos e posturas radicais, que colocam em risco as bases democráticas da sociedade brasileira. Toda atitude que incita à divisão, à discriminação, à intolerância e à violência, deve ser superada. Revistamo-nos, portanto, do amor e da reconciliação, e trilhemos o caminho da paz!
Por intercessão de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, invocamos a bênção de Deus para o povo brasileiro.
Brasília-DF, 24 de outubro de 2018
Dom Murilo S. R. Krieger
Arcebispo de São Salvador
Presidente da CNBB em exercício
Dom Guilherme Antônio Werlang
Bispo de Lajes
Vice-Presidente da CNBB em exercício
Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário-Geral da CNBB
Fonte: CNBB


Santo do dia

Santo Antônio de Sant'Anna Galvão



O brasileiro Antônio de Sant'Anna Galvão, nasceu em 1739, em Guaratinguetá, São Paulo. Quando tinha treze anos, Antônio foi enviado para estudar com os jesuítas. Desse modo, na sua vida estava plantada a semente da vocação religiosa. Aos vinte e um anos, Antônio deixa os jesuítas e ingressa na Ordem Franciscana, no Rio de Janeiro.
Em 1768 foi nomeado pregador e confessor do convento das Recolhidas de Santa Teresa. Entre suas penitentes encontrou a Irmã Helena Maria do Sacramento, que tinha visões sobre a fundação de um novo convento. Apesar das dificuldades, frei Galvão e Irmã Helena fundaram, em fevereiro de 1774, o Recolhimento de Nossa Senhora da Conceição da Divina Providência.
Entre dificuldades e perseguições, frei Galvão conseguiu manter e ampliar este convento, construindo inclusive uma igreja anexa ao prédio. Hoje o convento, em São Paulo, é patrimônio cultural da humanidade. Em 1811, a pedido do Bispo de São Paulo, fundou o Recolhimento de Santa Clara em Sorocaba.
Com a saúde enfraquecida recebeu autorização especial para residir no Recolhimento da Providência. Durante sua última enfermidade, Frei Galvão foi morar num pequeno quarto, ajudado pelas religiosas que lhe prestavam algum alívio e conforto. Ele faleceu com fama de santidade aos 23 de dezembro de 1822.

Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR

Fonte: http://www.catolicoorante.com.br/

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Os Papas da Igreja nos 2000 anos


O Sagrado Magistério da Igreja é dirigido pelo Papa, sucessor de Pedro, Cabeça visível do Corpo de Cristo.
A história dos papas é, de certo modo, a história da própria Igreja. Apresentamos em seguida a relação dos Papas, desde Pedro até Francisco, conforme publicação oficial do Vaticano (atualizada). Apresentamos também a relação dos 37 antipapas; foram eleitos sem legitimidade. Esta longa cadeia de 267 Papas da Igreja católica é uma prova inequívoca da Instituição divina do papado, por Cristo, afim de manter a unidade da Igreja e da sua doutrina. Somente a graça de Deus poderia manter esta sucessão ininterrupta de papas, apesar de toda a miséria humana, da qual eles não foram isentos. Nenhuma instituição humana teve tão longa vida e estabilidade.
1. 42-67 – S.PEDRO, de Betsaida (Galileia), morou na cidade de Antioquia e depois foi a Roma (42), onde morreu mártir no ano 67.
2. 67-76 – S. LINO, de Volterra, Toscana
3. 77-88 – S. CLETO ou ANACLETO, romano
4. 89-98 – S. CLEMENTE I, romano
5. 98-105 – S. EVARISTO, grego
6. 105-115 – S. ALEXANDRE I, romano
7. 115-125 – S. SISTO I, romano
8. 125-136 – S. TELÉSFORO, grego
9. 137-140 – S. HIGINO, grego
10. 140-155 – S. PIO I, de Aquiléia, Itália
11. 155-166 – S. ANICETO, Sírio
12. 166-175 – S. SOTERO, de Fondi
13. 175-189 – S. ELEUTÉRIO, de Nicópolis, Grécia
14. 189-199 – S. VÍTOR I, africano
15. 199-217 – S. ZEFERINO, romano
16. 217-222 – S.CALISTO I, romano
Antipapa: Hipólito (217-235)
17. 222-230 – S. URBANO I, romano
18. 230-235 – S. PONCIANO, romano
19. 235-236 – S. ANTERO, grego
20. 236-250 – S. FABIANO, romano
21. 251-253 – S. CORNÉLIO, romano
Antipapa: Novaciano (251)
22. 253-254 – S. LÚCIO I, romano
23. 254-257 – S. ESTÊVÃO I, romano
24. 257-258 – S. SISTO II, grego
25. 259-268 – S. DIONÍSIO, grego
26. 269-274 – S. FÉLIX, romano
27. 275-283 – S. EUTIQUIANO, de Luni, Toscana
28. 283-296 – S. CAIO, Dalmácia (hoje, Iugoslávia)
29. 296-304 – S.MARCELINO, romano
30. 307-309 – S. MARCELO I, romano
31. 309-310 – S. EUSÉBIO, grego
32. 311-314 – S. MELQUÍADES, africano
33. 314-335 – S. SILVESTRE I, romano
34. 336 – S. MARCOS, romano
35. 337-352 – S. JÚLIO I, romano
36. 352-366 – S. LIBÉRIO, romano
Antipapa: Félix II (355- 365)
37. 366-384 – S. DÂMASO I, espanhol
Antipapa: Ursino (366-367)
38. 385-398 – S. SIRÍCIO, romano
39. 399-401 – S. ANASTÁCIO I, romano
40. 401-417 – S. INOCÊNCIO I, de Roma
41. 417-418 – S. ZÓSIMO, grego
42. 418-422 – S. BONIFÁCIO I, romano
Antipapa: Eulálio (418-419)
43. 422-432 – S. CELESTINO I, sul da Itália
44. 432-440 – S. SISTO III, romano
45. 440-461 – S. LEÃO I (Magno), da Túscia (perto de Roma)
46. 461-468 – S . HILÁRIO, Sardenha
47. 468-483 – S. SIMPLÍCIO, de Tívoli (Roma)
48. 483-492 – S. FÉLIX III, romano
49. 492-496 – S. GELÁSIO I, africano
50. 496-498 – S. ANASTÁCIO II, romano
51. 498-514 – S. SÍMACO, da Sardenha
Antipapa: Lourenço (498-505)
52. 514-523 – S. HORMISDAS, de Frisinone
53. 523-526 – S. JOÃO I, da Túscia
54. 526-530 – S. FÉLIX IV, do Sannio (Roma)
55. 530-532 – BONIFÁCIO II, romano
Antipapa: Dióscoro (530)
56. 533-535 – JOÃO II, romano
57. 535-536 – S.AGAPITO I, romano
58. 535-540 – S. SILVÉRIO, de Frosinone
59. 540-555 – VIRGÍLIO, romano
60. 556-561 – PELÁGIO I, romano
61. 561-573 – JOÃO III, romano
62. 574-578 – BENTO I, romano
63. 578-590 – PELÁGIO II, romano
64. 590-604 – S. GREGÓRIO I, Gregório Magno, romano
65. 605-606 – SABINIANO, de Túsculo-Roma
66. 607 – BONIFÁCIO III, romano
67. 608-615 – S. BONIFÁCIO IV, de Valéria dei Marzi
68. 615-618 – S. ADEODATO I, romano
69. 619-625 – BONIFÁCIO V, Nápoles
70. 625-638 – HONÓRIO I, Campânia
71. 640 – SEVERINO, romano
72. 640-642 – JOÃO IV, dálmata
73. 642-649 – TEODORO I, grego
74. 649-655 – S. MARTINHO I, de Todi
75. 655-657 – S. EUGÊNIO I, romano
76. 657-672 – S. VITALIANO, de Segni
77. 672-676 – ADEODATO II, romano
78. 676-678 – DONO, romano
79. 678-681 – S. AGATÃO, siciliano
80. 682-683 – S. LEÃO II, siciliano
81. 684-685 – S. BENTO II, romano
82. 685-686 – JOÃO V, da Síria
83. 686-687 – CÓNON, grego
Antipapas: Teododoro (687), Pascoal (687-692)
84. 687-701 – S. SÉRGIO I, da Síria
85. 701-705 – JOÃO VI, grego
86. 705-707 – JOÃO VII, grego
87. 708 – SISÍNIO, da Síria
88. 708-715 – CONSTANTINO, da Síria
89. 715-731 – S.GREGÓRIO II, romano
90. 731-741 – S. GREGÓRIO III, Síria
91. 741-752 – S. ZACARIAS, grego
92. 752 – ESTÊVÃO, romano
93. 752-757 – S.ESTÊVÃO II (III), romano
94. 757-767 – S. PAULO I, romano
Antipapas: Constantino II (767-768), Filipe (768)
95. 768-772 – S. ESTÊVÃO III (IV), siciliano
96. 772-795 – ADRIANO I, romano
97. 795-816 – S.LEÃO III, romano
98. 816-817 – S. ESTÊVÃO IV, (V), romano
99. 917-824 – S. PASCOAL I, romano
100. 824-827 – EUGÊNIO II, romano
101. 827 – VALENTIM, romano
102. 827-844 – GREGÓRIO IV, romano
Antipapa: João (844)
103. 844-847 – SÉRGIO II, romano
104. 847-855 – S.LEÃO IV, romano
Antipapa: Anastácio (855)
105. 855-858 – BENTO III, romano
106. 858-867 – S. NICOLAU I, romano
107. 867-872 – ADRIANO III, romano
108. 872-882 – JOÃO VIII, romano
109. 882-884 – MARINO I, de Gallese
110. 884-885 – ADRIANO III, romano
111. 885-891 – ESTÊVÃO V (VI), romano
112. 891-896 – FORMOSO, romano
113. 896 – BONIFÁCIO VI, de Gallese
114. 896-897 – ESTÊVÃO VI (VII), romano
115. 897 – ROMANO, de Gallese
116. 897 – TEODORO II, romano
117. 898-900 – JOÃO IX, de Tívoli
118. 900-903 – BENTO IV, romano
119. 903 – LEÃO V, de Árdea
Antipapa: Cristóvão (903-904)
120. 904-911 – SÉRGIO III, romano
121. 911-913 – ANASTÁCIO III, romano
122. 913-914 – LÂNDON, de Sabina (Lácio)
123. 914-928 – JOÃO X, de Ravena
124. 928-929 – LEÃO VI, romano
125. 929-931 – ESTÊVÃO VII (VIII), romano
126. 931-935 – JOÃO XI, romano
127. 936-939 – LEÃO VII, romano
128. 939-942 – ESTÊVÃO VIII (IX), romano
129. 942-946 – MARINO II, romano
130. 946-955 – AGAPITO II, romano
131. 955-963 – JOÃO XII, romano
132. 963-964 – LEÃO VIII, romano
133. 964-965 – BENTO V, romano
134. 965-972 – JOÃO XIII, romano
135. 973-974 – BENTO VI, romano
Antipapa: Bonifácio VII (974)
136. 975-983 – BENTO VII, romano
137. 983-984 – JOÃO XIV, de Pavia
138. 985-996 – JOÃO XV, romano
139. 996-999 – GREGÓRIO V, de Caríntia, Alemanha
Antipapa: João XVI (997- 998)
140. 999-1003 – SILVESTRE II, francês
141. 1003 – JOÃO XVII, romano
142. 1003-1009 – JOÃO XVIII, de Áscoli Piceno
143. 1009-1012 – SÉRGIO IV, romano
144. 1012-1024 – BENTO VIII, romano
Antipapa: Gregório (1012)
145. 1024-1032 – JOÃO XIX, romano
146. 1033-1044 – BENTO IX, romano (primeiro pontificado)
147. 1045 – SILVESTRE III, romano
148. 1045 – BENTO IX, romano (segundo Pontificado)
149. 1045-1046 – GREGÓRIO VI, romano
150. 1046-1047 – CLEMENTE II, alemão
151. 1047-1048 – BENTO IX (terceiro pontificado)
152. 1048 – DÂMASO II, alemão
153. 1049-1054 – S. LEÃO IX, de Egisheim, Alemanha
154. 1054-1057 – VÍTOR II, de Dollestein, Alemanha
155. 1057-1058 – ESTÊVÃO IX (X), de Lorena, Alemanha
Antipapa: Bento X (1058)
156. 1059-1061 – NICOLAU II, de Borgonha, França
157. 1061-1073 – ALEXANDRE II, Milão
Antipapa: Honório II (1061-1072)
158. 1073-1085 – S. GREGÓRIO VII, de Soana, perto de Sena
Antipapa: Clemente III (1080 e 1084-1100)
159. 1086-1087 – B.VÍTOR III, de Benevento
160. 1088-1099 – B.URBANO II, francês
161. 1099-1118 – PASCOAL II, de Viterbo
Antipapas: Teodorico (1100-1102), Alberto (1102), Silvestre IV (1105-1111)
162. 1118-1119 – GELÁSIO II, de Gaeta
Antipapa: Gregório VIII (1118-1121)
163. 1119-1124 – CALISTO II, de Borganha, França
164. 1124-1130 – HONÓRIO II, de Ímola
Antipapa: Celestino II (1124)
165. 1130-1143 – INOCÊNCIO II, romano
Antipapas: Anacleto II (1130-1138), Vítor IV (1138)
166. 1143-1144 – CELESTINO II, de Cittá di Castello
167. 1144-1145 – LÚCIO II, de Bolonha
168. 1145-1153 – B.EUGÊNIO III, de Pisa
169. 1153-1154 – ANASTÁCIO IV, romano
170. 1154-1159 – ADRIANO IV, inglês
171. 1159-1181 – ALEXANDRE III, Sena
Antipapas: Vítor IV (1159-1164), Pascoal III (1164-1168), Calisto III (1168-1178), Inocêncio III (1179-1180)
172. 1181-1185 – LÚCIO III, de Lucca
173. 1185-1187 – URBANO III, de Milão
174. 1187 – GREGÓRIO VIII, de Benevento
175. 1187-1191 – CLEMENTE III, romano
176. 1191-1198 – CELESTINO III, romano
177. 1198-1216 – INOCÊNCIO III, Anagni
178. 1216-1227 – HONÓRIO III, romano
179. 1227-1241 – GREGÓRIO IX, Anagni
180. 1241 – CELESTINO IV, Milão
181. 1243-1254 – INOCÊNCIO IV, de Gênova
182. 1254-1261 – ALEXANDRE IV, de Anagni
183. 1261-1264 – URBANO IV, francês
184. 1265-1268 – CLEMENTE IV, francês
185. 1271-1276 – B. GREGÓRIO X, de Piacenza
186. 1276 – B. INOCÊNCIO V, de Savóia, França
187. 1276 – ADRIANO V, de Gênova
188. 1276-1277 – JOÃO XXI, português
189. 1277-1280 – NICOLAU III, romano
190. 1281-1285 – MARTINHO IV, francês
191. 1285-1287 – HONÓRIO IV, romano
192. 1288-1292 – NICOLAU IV, de Áscoli Piceno
193. 1294 – S.CELESTINO V, de Isérnia
194. 1294-1303 – BONIFÁCIO VIII, de Anagni
195. 1303-1304 – B.BENTO XI, de Treviso
196. 1305-1314 – CLEMENTE V, francês
197. 1316-1334 – JOÃO XXII, francês
Antipapa: Nicolau V (1328-1330)
198. 1334-1342 – BENTO XII, francês
199. 1343-1352 – CLEMENTE VI, francês
200. 1352-1362 – INOCÊNCIO VI, francês
201. 1362-1370 – B. URBANO V, francês
202. 1370-1378 – GREGÓRIO XI, francês
203. 1378-1389 – URBANO VI, de Nápoles
204. 1389-1404 – BONIFÁCIO IX, Nápoles
205. 1404-1406 – INOCÊNCIO VII, de Sulmona
206. 1406-1417 – GREGÓRIO XII, veneziano
Antipapas: Clemente VII (1378-1394), Bento XIII (1394-1423), Alexandre V (1409-1410), João XXIII (1410-1415)
207. 1417-1431 – MARTINHO V, de Genazzano (Roma)
208. 1431-1447 – EUGÊNIO IV, de Veneza
Antipapa: Félix V (1439-1449)
209. 1447-1455 – NICOLAU V, de Sarzana, Gênova
210. 1455-1458 – CALISTO III, espanhol
211. 1458-1464 – PIO II, de Pienza, Sena
212. 1464-1471 – PAULO II, de Veneza
213. 1471-1484 – SISTO IV, de Celle Lígure (Savona)
214. 1484-1492 – INOCÊNCIO VIII, de Gênova
215. 1492-1503 – ALEXANDRE VI, espanhol
216. 1503 – PIO III, de Sena
217. 1503-1513 – JÚLIO II, de Savona
218. 1513-1521 – LEÃO X, de Florença
219. 1521-1523 – ADRIANO VI, holandês
220. 1523-1534 – CLEMENTE VII, de Florença
221. 1534-1549 – PAULO III, de Viterbo
222. 1550-1555 – JÚLIO III, romano
223. 1555 – MARCELO II, de Montepulciano (Sena)
224. 1555-1559 – PAULO IV, de Nápoles
225. 1559-1565 – PIO IV, de Milão
226. 1566-1572 – S. PIO V, de Bosco Marengo, perto de Alexandria, Itália
227. 1572-1585 – GREGÓRIO XII, de Bolonha
228. 1585-1590 – SISTO V, de Grottammare
229. 1590 – URBANO VII, romano
230. 1590-1591 – GREGÓRIO XIV, de Cremona
231. 1591 – INOCÊNCIO IX, de Bolonha
232. 1592-1605 – CLEMENTE VIII, de Florença
233. 1605 – LEÃO XI, de Florença
234. 1605-1621 – PAULO V, romano
235. 1621-1623 – GREGÓRIO XV, de Bolonha
236. 1623-1644 – URBANO VIII, de Florença
237. 1644-1655 – INOCÊNCIO X, romano
238. 1655-1667 – ALEXANDRE VII, de Sena
239. 1667-1669 – CLEMENTE IX, de Pistóia
240. 1670-1676 – CLEMENTE X, romano
241. 1676-1689 – INOCÊNCIO XI, de Como
242. 1689-1691 – ALEXANDRE VIII, de Veneza
243. 1691-1700 – INOCÊNCIO XII, de Nápoles
244. 1700-1721 – CLEMENTE XI, de Urbino
245. 1721-1724 – INOCÊNCIO XIII, romano
246. 1724-1730 – BENTO XIII, de Bari
247. 1730-1740 – CLEMENTE XII, de Florença
248. 1740-1758 – BENTO XIV, de Bolonha
249. 1758-1769 – CLEMENTE XIII, e Veneza
250. 1769-1774 – CLEMENTE XIV, de Forli, Rímini
251. 1775-1799 – PIO VI, de Cesena
252. 1800-1823 – PIO VII, de Cesena
253. 1823-1829 – LEÃO XII, de Genga, Ancona
254. 1829-1830 – PIO VIII, de Cíngoli, Macerata
255. 1831-1846 – GREGÓRIO XVI, de Belluno
256. 1846-1878 – PIO IX, de Senigallia, Ancona
257. 1878-1903 – LEÃO XIII, de Carpineto
258. 1903-1914 – S. PIO X, de Riese, Treviso
259. 1914-1922 – BENTO XV, de Pegli, Gênova
260. 1922-1939 – PIO XI, de Désio, Milão
261. 1939-1958 – PIO XII, romano
262. 1958-1963 – JOÃO XXIII, de Sotto il Monte, Bérgamo
263. 1963-1978 – PAULO VI, de Concésio, Bréscia
264. 1978 – JOÃO PAULO I, de Canale D’Agordo*, Belluno
265. 1978-2005 – JOÃO PAULO II, de Cracóvia, Polônia
266. 2005-2013 – BENTO XVI, de Baviera, Alemanha
267. 2013-atualmente – FRANCISCO, de Buenos Aires, Argentina.
* Canale d’Agordo chamava-se, até 1964, Forno de Canale.
Nacionalidade dos Papas
Italianos (211), franceses (15), gregos (14), sírios (6), alemães (6), africanos (3), espanhois (3), dálmatas (2- iuguslavos), português (1), palestino (1), ingles (1), holandes (1), polonês (1), argentino (1).
Duração dos Pontificados
Os mais longos
Pio IX 32 anos
João Paulo II 27 anos
Leão XIII 25 anos
Pio VI 24 anos
Adriano I 23 anos
Pio VII 23 anos
Alexandre II 22 anos
Clemente IX 21 anos
Urbano VIII 21 anos
S. Silvestre 21 anos
S. Leão I (Magno) 21 anos
S. Leão III 21 anos
Pascoal II 19 anos
Pio XII 19 anos
Inocêncio II 18 anos
João XXII 18 anos
Bento XIV 18 anos
Pio XI 17 anos
Os mais curtos
Estevão 3 dias
Bonifácio VI 10 dias
Urbano VII 15 dias
Marcelo II 20 dias
Teodoro II 20 dias
Celestino IV 20 dias
Dâmaso II 20 dias
Pio XIII 26 dias
Leão XI 26 dias
Adriano V 28 dias
João Paulo I 33 dias
Gregório VIII 57 dias
Inocêncio IX 62 dias
Vitor III 113 dias
Número de papas por século
Século – Número de papas
I 5
II 10
III 14
IV 10
V 12
VI 13
VII 20
VIII 13
IX 20
X 23
XI 21
XII 16
XIII 17
XIV 10
XV 11
XVI 17
XVII 11
XVIII 8
XIX 6
XX 8
XXI 3
Papas que renunciaram
– Ponciano, em 235
– Celestino V, em 1294
– Gregório XII, 1415 (havia sido deposto pelo Concílio de Pisa, depois renunciou espontaneamente).
– Bento XVI, 2013
Papas que foram depostos
– Silvério, em 537
– João X, em 928
– João XI, em 935
– João XII, em 963
– Bento V, em 964
– Leão VIII, em 964
– Gregório XII, deposto ilegalmente pelo Concílio de Pisa em 1409, abdicou em 1415.
– Bento IX, deposto três vezes, em 1044, 1045 e em 1047.
Papas irmãos
S. Paulo I , sucedeu em 757 ao seu irmão S. Estevão II (III).
João XIX, sucedeu em 1024 ao seu irmão Bento VIII.
Papas que reeleitos 
– Bonifácio VII (antipapa), foi eleito a primeira vez em 974 e novamente eleito em 978.
– Bento IX (1032 – 1044), foi reeleito depois de ter sido deposto (1045), mais tarde foi novamente deposto e novamente reeleito (1047 – 1048).
Fonte: https://cleofas.com.br

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