Rádio Torrões We

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

“Conhecer, refletir e discernir” as propostas dos candidatos à Presidência da República sãos os objetivos do debate da CNBB



 arcebispo de Brasília (DF) e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) cardeal Sergio da Rocha chama atenção dos cristãos para a importância do debate – com os candidatos e candidatas que concorrem ao cargo de Presidente da República nas eleições deste ano – que a entidade promove em Aparecida (SP), no próximo dia 20 de setembro, às 21h30.
“É muito importante no período eleitoral conhecer bem os candidatos e as propostas, por isso mesmo nós, a CNBB, queremos oferecer uma oportunidade para conhecer as propostas, as ideias e as posturas dos candidatos. A CNBB já realizou debates no passado. Agora vamos ter novamente este debate que esperamos que possa contribuir para conhecer, refletir e discernir”, disse.

O presidente da CNBB lembra que para este debate foram observadas as normas e regras da Justiça Eleitoral do Brasil. O cardeal assegurou que questões que interessam aos católicos no Brasil estarão presentes por meio de perguntas que os bispos brasileiros farão aos que disputam a cadeira do maior cargo do poder Executivo no país.
Outro ponto a ser assegurando, segundo o cardeal, é o papel que os eleitores são convidados a ter no processo político. “Queremos contribuir no processo de reflexão e discernimento, sem substituir jamais aquilo que é o papel do eleitor”, disse. O eleitor, em sua avaliação, precisa procurar fazer uma escolha consciente de forma responsável, sabendo das consequências de seu voto para o Brasil neste momento de crise.
O projeto, organizado e gerado pela TV Aparecida, acontece no Santuário Nacional, na arena do Centro de Eventos Padre Vítor Coelho de Almeida, no dia 20 de setembro, às 21h30. Veja, abaixo, o convite à participação do presidente da CNBB cardeal Sergio da Rocha.
Fonte: CNBB

Santo do dia

Santa Joana Maria da Cruz


Joana nasceu na França, em 25 de outubro de 1792. Seu pai era um pescador e morreu no mar quando ela tinha quatro anos. Logo conheceu a pobreza e começou a trabalhar como empregada num castelo. Com seu trabalho sustentava a família, mas encontrava também tempo para cuidar dos idosos abandonados e pobres, reservando para eles uma parte de seus rendimentos.
Aos vinte e cinco anos deixou sua cidade para ser enfermeira no hospital Santo Estevão. Nesse meio tempo ingressou na Ordem terceira, fundada por São João Eudes. Sua vocação de auxílio aos idosos a conduziu até a casa da senhora Lecogue, onde morou por doze anos, convertendo-se em uma amiga, mais do que uma enfermeira. Com a morte de senhora, Joana herdou suas poucas economias e mobília.
Com estes poucos recursos alugou um apartamento onde passou a acolher idosos doentes e abandonados. Outras companheiras de Joana se uniram a ela na missão e surgiu o primeiro grupo formando uma Associação para os pobres.
Em 1841, deixam o apartamento e alugam para uma pequena casa que lhes permite acolher doze idosos doentes e abandonados. Sozinha Joana inicia sua campanha junto à população para recolher auxílios, tarefa que cumprirá até a morte. Mas logo sensibiliza uma rica comerciante e com essa ajuda consegue comprar um antigo convento.
Este convento se tornou a casa mãe da nascente Congregação das Irmãzinhas dos Pobres, na qual Joana imprimiu seu próprio carisma: "a doação como apostolado de caridade para com quem sofre por causa da idade, da pobreza, da solidão e outras dificuldades".
Joana morreu na França, em 29 de agosto de 1879, mas pode ver sua obra de caridade espalhar-se rapidamente por toda a Europa.


Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR

Fonte: http://www.catolicoorante.com.br


terça-feira, 28 de agosto de 2018

10 Sábias lições de Santo Agostinho


1. Procura que tua infância seja inocente, tua meninice respeitosa, tua adolescência paciente, tua juventude virtuosa, tua maturidade carregada de méritos e tua velhice sábia.
2. Se és ouro, a tribulação te purifica de tua escória. Se és palha, a tribulação te reduz a cinzas.
3. Não há lugar nesta mesa para quem gosta de criticar os outros (Inscrição no refeitório de Santo Agostinho).
4. A perversidade dos homens é tal que às vezes o mal se converte em norma de moralidade pública. Com isso, os mais fracos sentem vergonha de ser bons.
5. Deus precisou de apenas uma palavra para criar-nos, mas de seu sangue para redimir-nos. Se às vezes te sentes frustrado por tuas misérias, recorda quanto custaste.
6. É melhor andar mancando pelo caminho que correr fora dele.
7. Quando um marido presenteia a esposa com um anel, deseja que ela o ame no anel. Se a esposa ama o anel sem referência ao marido, seu amor torna-se adúltero. Assim também, quando Deus nos dá as coisas deste mundo quer que o amemos nelas. Mas se as amamos, se amamos o mundo sem referência a Deus, nosso amor se torna um amor adúltero.
8. As boas obras não se definem pela quantidade, mas pela qualidade. Não por seu peso, mas por sua delicadeza. Não por si mesmas, mas por suas motivações.
9. Ser cristão não é conquistar Cristo, mas deixar-se conquistar por Ele. Deixa que Ele conquiste em ti, que Ele conquiste para ti, que Ele te conquiste.
10. Quem são os verdadeiros pobres de espíritos? Os que, quando fazem alguma boa obra, dão graças a Deus e, quando agem mal, assumem a responsabilidade.
Fonte: http://cleofas.com.br

A vocação dos leigos


Os leigos são todos os cristãos, exceto os membros das Sagradas Ordens ou do estado religioso reconhecido na Igreja, isto é, os que foram incorporados a Cristo pelo Batismo, que formam o Povo de Deus, e que participam da função sacerdotal, profética e régia de Cristo.
Os cristãos leigos estão na linha mais avançada da vida da Igreja; e devem ter uma consciência clara, não somente de pertencerem à Igreja, mas de “serem” Igreja, isto é, a comunidade dos fiéis na terra sob a direção do chefe comum, o Papa, e dos Bispos em comunhão com eles. Eles são a Igreja.
O leigo tem como vocação própria, procurar o Reino de Deus exercendo funções no mundo, no trabalho, mas ordenando-as segundo o Plano e a vontade de Deus. Cristo os chama a ser “sal da terra e luz do mundo”. O leigo chega aonde o sacerdote não chega. Ele deve levar a luz de Cristo aos ambientes de trevas, de pecado, de injustiça, de violência, etc. Assim, no mundo do trabalho, levando tudo a Deus, o leigo contribui para o louvor do Criador. Ele constrói o mundo pelo trabalho, e assim coloca na obra de Deus a sua assinatura. Torna-se co-criador com Deus.
O Concílio Vaticano II resgatou a atividade do leigo na Igreja: “Os leigos que forem capazes e que se formarem para isto podem também dar sua colaboração na formação catequética, no ensino das ciências sagradas e atuar nos meios de comunicação social” (CIC §906).
Sendo assim, todos os leigos são encarregados por Deus do apostolado em virtude do Batismo e da Confirmação, “eles têm a obrigação e gozam do direito, individualmente ou agrupados em associações, de trabalhar para que a mensagem divina da salvação seja conhecida e recebida por todos os homens e por toda a terra; esta obrigação é ainda mais presente se levarmos em conta que é somente por meio deles que os homens podem ouvir o Evangelho e conhecer a Cristo. Nas comunidades eclesiais, a ação deles é tão necessária que sem ela o apostolado dos pastores não pode, o mais das vezes, obter seu pleno efeito” (CIC §900).
“Os leigos podem também sentir-se chamados ou vir a ser chamados para colaborar com os próprios pastores no serviço da comunidade eclesial, para o crescimento e a vida da mesma, exercendo ministérios bem diversificados, segundo a graça e os carismas que o Senhor quiser depositar neles” (CIC §910).
Os leigos podem cooperar juridicamente no exercício do poder de governo da Igreja, participando nos concílios particulares, nos sínodos diocesanos nos conselhos pastorais; do exercício do encargo pastoral de uma paróquia; da colaboração nos conselhos de assuntos econômicos; da participação nos tribunais eclesiásticos etc. (cf. CIC §911)
O Código de Direito Canônico dá ao leigo o direito e o dever de dar a sua opinião aos pastores: “De acordo com a ciência, a competência e o prestígio de que gozam, têm o direito e, às vezes, até o dever de manifestar aos pastores sagrados a própria opinião sobre o que afeta o bem da Igreja e, ressalvando a integridade da fé e dos costumes e a reverência para com os pastores, e levando em conta a utilidade comum e a dignidade das pessoas, deem a conhecer essa sua opinião também aos outros fiéis. (CIC §907; Cânon 212,3). Assim, os leigos devem se manifestar aos outros e aos pastores, quando observa que algo errado se passa na Igreja: ensinamentos errados discordantes com o Magistério da Igreja, conduta incorreta de pessoas do clero, etc.
Os leigos devem impregnar as realidades sociais, políticas, econômicas, com as exigências da doutrina e da vida cristãs. Os papas têm chamado os leigos a atuar especialmente na política, que é boa, a arte do bem comum. O que não presta é a politicagem e o politiqueiro.
O Papa Francisco disse que a política anda suja porque os cristãos se afastaram dela. E pede para que dela participem. Vimos o povo nas ruas do Brasil, reclamando de tanta sujeira na vida pública, tanta corrupção, imoralidade e malversação do dinheiro público. Isso ocorre porque os cristãos leigos pecam por omissão política. Quantos cristãos dão seu voto a pessoas que não são idôneas, que não comungam com os valores cristãos! Muitos leigos ainda “vendem” o seu voto e a sua consciência, por um favor recebido.
João Paulo II, na “Christifidelis laici”, disse que “os fiéis leigos não podem absolutamente abdicar da participação na «política», ou seja, da múltipla e variada ação econômica, social, legislativa, administrativa e cultural, destinada a promover orgânica e institucionalmente o bem comum… a opinião muito difusa de que a política é um lugar de necessário perigo moral, não justificam minimamente nem o cepticismo nem o absenteísmo dos cristãos pela coisa pública” (n.42).
O Papa Bento XVI pediu: “Reitero a necessidade e urgência de formação evangélica e acompanhamento pastoral de uma nova geração de católicos envolvidos na política, que sejam coerentes com a fé professada, que tenham firmeza moral, capacidade de julgar, competência profissional e paixão pelo serviço ao bem comum” (Discurso ao CPL, Vaticano, 15 de novembro de 2008).
Mas, para que o leigo realize esta missão tão importante na Igreja, ele tem de ser bem formado em sua fé, conhecendo bem a doutrina ensinada pelo Magistério da Igreja, especialmente o Catecismo, e viva uma vida espiritual sadia, com participação nos sacramentos, meditação da Palavra de Deus, vida de oração, meditação, participação na pastoral, penitência e caridade. Enfim, uma vida de santidade.
Prof. Felipe Aquino
Fonte: http://cleofas.com.br

Papa Francisco pede perdão por casos de abusos durante Missa na Irlanda



Segundo o ACI (26/08/2018), o Papa Francisco voltou a pedir perdão pelos casos de abusos cometidos por parte de membros da Igreja, desta vez durante o Ato Penitencial da Missa de encerramento do Encontro Mundial das Famílias, em Dublin, Irlanda.
“Ontem, estive reunido com 8 pessoas vítimas de abusos de poder, de consciência e sexuais. Recolhendo o que eles me disseram, gostaria de colocar diante da misericórdia do Senhor estes crimes e pedir perdão por eles”, afirmou o Pontífice diante de milhares de pessoas que participam da Missa celebrada no Phoenix Park de Dublin.
Em seguida, Francisco pediu perdão “pelos abusos na Irlanda, abusos de poder de consciência, abusos sexuais por parte de membros qualificados da Igreja”.
“De maneira especial, pedimos perdão por todos os abusos cometidos em diversos tipos de instituições dirigidas por religiosos e religiosas e outros membros da Igreja. E pedimos perdão pelos casos de exploração laboral a que foram submetidos tantos menores”, disse ainda o Santo Padre.
No Ato Penitencial, Francisco pediu perdão ainda “pelas vezes em que, como Igreja, não oferecemos aos sobreviventes de qualquer tipo de abuso, com compaixão, a busca da justiça e ações concretas”.
Além disso, expressou o pedido de perdão “por alguns membros da hierarquia que não se responsabilizaram por estas situações dolorosas e guardaram silêncio”.
Francisco também pediu “perdão pelas crianças que foram afastadas de suas mães, e por todas aquelas vezes em que se disse a muitas mães solteiras que tentar buscar seus filhos dos quais foram afastadas, ou aos filhos que foram afastados de suas mães, que isto era pecado mortal. Isso não é pecado mortal, é quarto mandamento”.
Ao final do Ato Penitencial, o Santo Padre rezou para que “o Senhor mantenha e acrescente este estado de vergonha e de compunção e nos dê a força para trabalhar para que nunca mais aconteçam e para que se faça justiça”.
Na tarde de sábado, 25 de agosto, o Papa Francisco se encontrou durante uma hora e meia com um grupo de oito pessoas vítimas de abusos na Irlanda.
Já na manhã deste domingo, antes da oração do Ângelus no Santuário de Knock, o Santo Padre disse que apresentou à Virgem durante seu momento de oração neste templo “de modo particular todas as vítimas de abusos por membros da Igreja na Irlanda”.
“Imploro o perdão do Senhor para estes pecados, para o escândalo e a traição sentidos por muitos na família de Deus”, disse ainda.

Santo do dia

Santo Agostinho



Aurélio Agostinho nasceu no dia 13 de novembro de 354, cidade de Tagaste, na África. Era o primogênito de Patrício e Mônica, uma devota cristã, que procurou criar o filho no seguimento de Cristo.
Aos dezesseis anos de idade foi estudar fora de casa. Se envolveu com a heresia maniqueísta, que pregava a existência de dois princípios que regiam o mundo, um maligno e um benigno. Também nesta época se envolveu com uma mulher e recebeu um filho, a quem chamou de Adeodato.
Agostinho era possuidor de uma inteligência rara, centrou-se nos estudos e se formou brilhantemente em retórica. Excelente escritor dedicava-se à poesia e filosofia. Procurando maior sucesso, Agostinho foi para Roma e depois para Milão, onde passou a admirar o bispo Ambrósio. Aos poucos a pregação de Ambrósio tocou seu coração e ele se converteu. Foi batizado junto com o filho Adeodato, pelo próprio Bispo Ambrósio com trinta e três anos de idade.
Com a morte do filho, resolve voltar para casa, mas ali também encontra sofrimento, com a morte da mãe. Muda-se então para Tagaste, onde funda uma comunidade monástica. O bispo Ambrósio, preocupado com Agostinho, o convence a tornar-se sacerdote. No fim torna-se bispo de Hipona.
Agostinho foi definido como o mais profundo e importante filósofo e teólogo do seu tempo. Sua obra iluminou quase todos os pensadores dos séculos seguintes. Escreveu livros importantíssimos, entre eles estão sua autobiografia, "Confissões" e "Cidade de Deus".
Depois de uma grave enfermidade ele morreu, aos setenta e seis anos de idade, em 28 de agosto de 430.

Fonte: http://www.catolicoorante.com.br

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

O combate à corrupção começa na família






Ao analisarmos o histórico brasileiro das lutas de combate à corrupção podemos cair na tentação de achar que o nosso país não tem jeito. Mesmo com diversas frentes mobilizadoras, parece não haver solução para o caso brasileiro. É desanimador, mas ainda há esperança, sim. Para que mudemos o rumo, precisamos, antes, de um preciso diagnóstico.
Aqui, corrupção não é algo patenteado por um grupo ou partido. Está mais que confirmado: é cultural. Infelizmente.
Diante de uma constatação assustadora, é possível dois tipos de ações: ou permanecemos como estamos ou mudamos a estrutura desde a base. E qual é a base? Não há dúvidas que a base da nossa civilização é a família. A instituição familiar (mesmo que fragilizada) hoje analisada sob seus mais diferentes perfis, é a única capaz de fomentar e sustentar uma mudança cultural radical no Brasil.

A cultura da honestidade, da retribuição justa, da valorização do que é ético, correto e que contribui para o bem comum e não apenas para o bem estar particular, só poderá ser implantada com sustentabilidade através das famílias.
Infelizmente uma segunda triste constatação no caso brasileiro é que muitas de nossas famílias estão corruptas e são escolas de desonestidade. É lá que, muitas vezes, se ensina a mentir, a enganar, a dar um “jeitinho”. Quando esses valores são introduzidos na criança a partir de seus principais referenciais, é certo que este ser humano terá grandes possibilidades de ser um agente corrupto e corruptor na sociedade.

A educação falseada, que oferece todos os bens materiais a qualquer custo também é um risco de ser uma grande escola de corrupção. Se um pai ou uma mãe dá tudo o que o filho pede, mesmo sem ter condições financeiras para tal, é muito possível que este ser humano será um cidadão mimado, capaz de fazer qualquer coisa para, sempre, ter tudo o que deseja. E os atos de corrupção fazem parte da trilha mais rápida para alcançar esses desejos materiais.
Será vão querer reformar o país apenas pelas vias superiores sem que a base esteja alicerçada, sólida e preparada para implantar uma “nova cultura”. O Brasil precisa desta reforma cultural e esta reconstrução passa pelas famílias e depois se estenderá para as escolas, empresas, partidos políticos e todas as demais estruturas sociais. É possível, mas as famílias precisam voltar a colaborar!
Everton Barbosa é jornalista, escritor e palestrante
Artigo publicado na revista da Associação Comercial e Empresarial de Maringá-PR (ACIM) – novembro de 2015.
www.evertonbarbosa.com.br
Fonte; http://cleofas.com.br

Papa Francisco nomeia bispo para a diocese de Barra do Piraí – Volta Redonda (RJ)

O papa Francisco nomeou, nesta quarta-feira, 13 de março, para a diocese de Barra do Piraí-Volta Redonda (RJ) dom Luiz Henrique da Silv...