Rádio Torrões We

sábado, 3 de fevereiro de 2018

Mensagem de boa noite


Santo do dia

SÃO BRÁS



Brás nasceu na Armênia, era médico, sacerdote e muito benevolente com os pobres e cristãos perseguidos. Foi nomeado bispo de Sebaste no século III. Perseguido pelos romanos, Brás abandonou o bispado e se protegeu na caverna de uma montanha isolada e mesmo assim, depois de descoberto e capturado, morreu em testemunho de sua fé sob as ordens do imperador Licínio, em 316.
São Brás foi um pastor muito querido pelos fiéis de sua grei. Durante o seu cativeiro, na escuridão do calabouço, obteve de presente de algum de seus amigos um par de velas, com as quais recebia luz e calor. Por isso, na representação iconográfica, o santo aparece portando duas velas.
A tradição da "Bênção de São Brás", ou "Bênção das gargantas", que se faz cruzando duas velas sobre as gargantas, se atribui a um milagre que o santo fez em vida, quando curou uma criança que morria engasgada com um osso na garganta.
Muitas tradições envolvem seus prodígios, graças e seu martírio. O bispo Brás teria sido terrivelmente flagelado e torturado, sendo por fim pendurado em um andaime para morrer. Como isso não acontecia, primeiro lhe descarnaram os ossos com pentes de ferro. Depois tentaram afogá-lo duas vezes e, frustrados, o degolaram para ter certeza de sua morte.
Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR
 Fonte: Portal A12.com

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

A verdadeira devoção a Nossa Senhora dos Navegantes

Foto ilustrativa: Wesley Almeida/cancaonova.com

A devoção a Nossa Senhora dos Navegantes remonta a Idade Média, na época das Cruzadas, e está intimamente ligada ao título “Estrela do Mar”. Naquele tempo, os cruzados atravessavam o Mar Mediterrâneo rumo à Palestina para proteger os peregrinos e os lugares santos dos infiéis.
Tendo em vista os perigos que enfrentariam, esses bravos homens invocavam a Santíssima Virgem Maria pelo nome de “Estrela do Mar”, pois, sob esse título, ela era conhecida como aquela que protegia os navegantes, mostrando-lhes sempre o melhor caminho e um porto seguro para a sua chegada.

Antes das travessias, os navegantes participavam da Santa Missa, na qual pediam proteção de Nossa Senhora dos Navegantes para enfrentar, com coragem, os perigos do mar, as tempestades e os ataques dos piratas.
Com o início das grandes navegações, por parte dos portugueses e espanhóis, e a descoberta de novas rotas comerciais e terras pelo mundo, a devoção a Nossa Senhora dos Navegantes cresceu ainda mais e chegou a terras cada vez mais longínquas. Sob esse título, a Santa Virgem é a padroeira dos navegantes e dos viajantes, e é também chamada de Nossa Senhora da Boa Viagem.

A origem da devoção a Nossa Senhora dos Navegantes

Essa devoção tem sua origem mais remota no título mariano “Estrela do Mar”. Até nossos dias, não foi possível datar com precisão e saber a origem desse título. No entanto, o hino litúrgico em latim “Ave Maris Stella”, que pode ser traduzido por “Ave, do mar estrela”, composto por volta do século VII, atesta a antiguidade da devoção a Santíssima Virgem sob esse título.
Todavia, não há uma unanimidade quanto à autoria e a data da composição do hino litúrgico.
Santo Tomás de Aquino, o Doutor Angélico, no seu comentário “A Saudação Angélica”, ensina-nos que a Virgem Maria foi isenta de toda maldição e é bendita entre as mulheres. Nossa Senhora é a única que suprime a maldição, traz a bênção e abre as portas do paraíso.
Por isso, convém-Lhe o nome de Maria, que significa “Estrela do mar”1. Da mesma forma que os navegadores são conduzidos pela estrela do mar ao porto, os cristãos são conduzidos à glória do Reino dos Céus por Maria.

Virgem Maria é comparada a uma estrela

Em uma de suas memoráveis homilias, São Bernardo de Claraval, Abade e Doutor da Igreja, afirma que a Virgem Maria é comparada muito apropriadamente a uma estrela, pois esta dá a sua luz sem se alterar, tal como Nossa Senhora deu à luz o seu Filho sem danificar o seu corpo virgem. “Ela é efetivamente essa nobre ‘estrela surgida de Jacob’2, cujo esplendor ilumina o mundo inteiro, que brilha nos céus e penetra até aos infernos. […] Ela é verdadeiramente essa linda e admirável estrela que havia de elevar-se acima do mar imenso, cintilante de méritos, iluminando pelo exemplo”3.
Nossa Senhora, a padroeira dos navegantes e dos viajantes
A primeira razão da devoção a Nossa Senhora dos Navegantes, ou Nossa Senhora da Boa Viagem, é obviamente por sua proteção contras os perigos do mar, o seu socorro nas tempestades. Foi por esse motivo que essa devoção chegou aqui, juntamente com os navegantes portugueses, desde a época do descobrimento do Brasil em 22 de abril de 1500.
Naquele tempo, as embarcações eram menores e não tão seguras quanto as atuais. Por isso, as pessoas que viajavam de barco não sabiam se retornariam com vida. Além disso, os recursos de navegação eram quase inexistentes.
Era muito comum que os marinheiros se orientassem pelo sol, durante o dia; e pelas estrelas durante a noite. Dessa forma, a “Estrela do Mar”, que é a Virgem Maria, tornou-se a Senhora dos navegantes, que por ela se orientavam nas “noites escuras” das suas viagens.
Muitas são as comunidades paroquiais, e até cidades, que tem Nossa Senhora dos Navegantes como padroeira por todo o Brasil.

A festa é especialmente celebrada em cidades litorâneas

A sua festa é celebrada no dia 2 de fevereiro. Especialmente nas cidades litorâneas, que têm muitos pescadores e se usa muito o transporte marítimo, a devoção a Virgem Maria sob este título é muito popular, atraindo milhares de peregrinos em suas festas.
A devoção a Nossa Senhora dos Navegantes é associada popularmente a Iemanjá. Entretanto, a primeira, que é uma devoção católica, não tem nenhuma relação com a segunda, a não ser que as suas festas são comemoradas no mesmo dia, 2 de fevereiro.
Iemanjá é um orixá feminino do Candomblé, da Umbanda e de outras crenças afro-brasileiras, que é comemorada também nos dias 15 de agosto e 8 de dezembro, datas marianas, talvez para associá-la a Nossa Senhora.
A raiz dessa associação entre ambas está historicamente ligada à religiosidade do tempo da escravatura, na qual os portugueses não permitiam aos escravos o culto aos seus “deuses”. Em vista disso, muitos escravos continuaram a cultuar essas entidades nas imagens católicas, para evitar problemas com seus senhores.
Infelizmente, isso ainda está enraizado na cultura e na religiosidade de muitas pessoas, que continuam a associar a Senhora dos Navegantes com Iemanjá.

Nossa Senhora dos Navegantes, a Estrela do Mar

A segunda e mais importante razão da devoção a Nossa Senhora dos Navegantes está associada com o título que lhe deu origem: “Estrela do Mar”.
A Virgem Maria é essa estrela luminosa, que nos guia, que nos mostra a direção certa no mar por vezes tempestuoso da nossa história, para chegarmos ao porto seguro, que é Jesus Cristo. Dessa forma, compreendemos que a Senhora dos Navegantes não é somente a protetora e a intercessora dos navegantes, mas de todos nós, que navegamos nessa grande embarcação que é a Igreja, no mar tantas vezes agitado e perigoso deste mundo.
Seja nas calmarias ou em meio às tempestades, sigamos a Estrela do Mar pelo caminho espiritual indicado por São Bernardo: “Vós todos, quem quer que sejais, seja o que for que sentirdes hoje, em pleno mar, sacudidos pela tormenta e pela tempestade, longe da terra firme, mantende os olhos na luz dessa estrela para evitar o naufrágio. Se se levantarem os ventos da tentação, se vires aproximar-se o escolho das provações, olha para a estrela, invoca Maria! Se te sentires sacudido pelas vagas do orgulho, da ambição, da maledicência ou do ciúme, eleva os olhos para a estrela, invoca Maria. […]
Se te sentires perturbado pela enormidade dos teus pecados, humilhado pela vergonha da tua consciência, assustado pelo temor do julgamento, se estiveres a ponto de naufragar nas profundezas da tristeza e do desespero, pensa em Maria. No perigo, na angústia, na dúvida, pensa em Maria, invoca Maria!
Que o seu nome nunca saia dos teus lábios nem do teu coração. […] Seguindo-a, não te perderás; rezando-lhe, não desesperarás; pensando nela, evitarás enganar-te no caminho. Se Ela te agarrar
pela mão, não te afundarás; se Ela te proteger, nada temerás; conduzido por Ela, ignorarás a fadiga; sob a sua proteção, chegarás ao objetivo. E compreenderás, pela tua própria experiência, como são verdadeiras essas palavras: ‘O nome da virgem era Maria’45.

Nossa Senhora dos Navegantes, a Estrela da Esperança

Nossa Senhora dos Navegantes, portanto, é a “Estrela do Mar”, que guia e protege os pescadores, marinheiros e viajantes em suas jornadas pelos mares e os leva a um porto seguro.
Em sentido ainda mais profundo e espiritual, a Virgem Maria é a Estrela que nos conduz ao porto seguro da salvação, que é Jesus Cristo.
Da mesma forma que os magos do oriente foram guiados pela estrela para Belém, para lá encontrar o Menino Deus e o adorar6, também nós somos guiados pela Estrela do Mar até nos encontrar definitivamente com seu divino Filho, no porto seguro, que é o Reino dos Céus.
Por isso, Nossa Senhora é modelo de Igreja, intercessora e auxílio nas tribulações, e Mãe de todos nós, seus filhos e escravos de amor. Diante dessa bela e luminosa Estrela do Mar, que é Maria Santíssima, não temos que temer as tempestades, os mares revoltos, as grandes ondas que por vezes ameaçam nos levar ao naufrágio.

A vida é como uma viagem no mar da história

Como disse o Papa Emérito Bento XVI: “A vida é como uma viagem no mar da história, com frequência enevoada e tempestuosa, uma viagem na qual perscrutamos os astros que nos indicam a rota. As verdadeiras estrelas da nossa vida são as pessoas que souberam viver com retidão. Elas são luzes de esperança.
Certamente, Jesus Cristo é a luz por antonomásia, o sol erguido sobre todas as trevas da história. Mas para chegar até Ele precisamos também de luzes vizinhas, de pessoas que dão luz recebida da luz d’Ele e oferecem, assim, orientação para a nossa travessia. E quem mais do que Maria poderia ser para nós estrela de esperança?”7
No mar tempestuoso da história da salvação, a Virgem Maria é esta Estrela da Esperança, que nos guia principalmente quando a escuridão, ou densas névoas, não nos permite enxergar para onde vamos. Por isso, não tenhamos medo, mas nos confiemos inteiramente a Nossa Senhora: “Vós permaneceis no meio dos discípulos como a sua Mãe, como Mãe da esperança. Santa Maria, Mãe de Deus, Mãe nossa, ensinai-nos a crer, esperar e amar convosco. Indicai-nos o caminho para o Seu Reino! Estrela do mar, brilhai sobre nós e guiai-nos no nosso caminho!”8
Nossa Senhora dos Navegantes, rogai por nós!
Fonte: formacao.cancaonova.com

Quatro sacerdotes são empossados por Dom Vasconcelos em paróquias da Diocese de Sobral


Pe. Manoel Domício Morais tomou posse em Jijoca de Jericoacoara no dia 26 de janeiro, Pe. Tomé da Silva foi para Cruz no dia 27 de janeiro. Na segunda-feira, 29, Pe. Raimundo Nonato Leonardo Bastos tornou-se pároco de Santana do Acaraú e na quarta-feira, 31, Pe. José Marcone Martins foi empossado em Senador Sá.
Quatro sacerdotes foram empossados em paróquias da Diocese de Sobral na última semana. Pe. Manoel Domício Morais foi transferido da função de Vigário Paroquial da Paróquia de Santa Luzia em Jijoca de Jericoacoara para pároco da mesma Paróquia. A missa solene e a cerimônia de posse foram realizadas no dia 26 de janeiro. No sábado, 27, Pe. Tomé da Silva tomou posse na Paróquia de São Francisco em Cruz como Administrador Paroquial Sede Plena. Côn. Manoel Valdery da Rocha continua como Pároco. Pe. Tomé deixou a função de pároco da Paróquia de Senhora Sant’Ana
em Santana do Acaraú.
Em substituição a Pe. Tomé, Pe. Raimundo Nonato Leonardo Bastos assumiu a função de Pároco da Paróquia de Senhora Sant’Ana
em Santana do Acaraú na segunda-feira, 29. O sacerdote deixou a missão de pároco da Paróquia de N. Sra. do Amparo em Senador Sá e foi substituído por Pe. José Marcone Martins que tomou posse na quarta-feira, 31.
“Nós nos reunimos para celebrar a Eucaristia e celebrar esse momento solene. Que alegria é uma comunidade que tem um padre, que pode receber um conselho, a confissão e ser alimentada com o pão da palavra e o pão da Eucaristia”, disse Dom Vasconcelos.
Leia a cobertura completa de todas as posses dos sacerdotes na próxima edição do Correio da Semana
Confira datas das próximas posses:
2 de fevereiro – Pe. Agnaldo Temóteo da Silveira às 19h (Paróquia do Patrocínio – Sobral)
3 de fevereiro – Pe. Francisco Cláudio do Nascimento às 18h (Bela Cruz)
4 de fevereiro – Pe. José Bonifácio Fonseca Matos às 19h (Catunda)
15 de fevereiro – Pe. Francisco Júnior Melo às 19h (Paróquia do Cristo Ressuscitado – Sobral)
16 de fevereiro – Pe. João Batista Nery de Abreu às19h (Cariré)
18 de fevereiro – Pe. Emídio Moura Gomes às 18h (Uruoca)
26 de fevereiro – Pe. Francisco Júlio Nascimento às 18h (Aranaú)
27 de fevereiro – Pe. Renato Welton de Farias Bôto às 19h (Pe. Linhares)

Teresa Fernandes
Jornalista
Correio da Semana
Fonte: site diocese de Sobral

Padre e médico brasileiro fala sobre as recentes clonagens de macacos na China.


O Vatican News traz o parecer do Padre Tiago Gurgel, médico pediatra, sacerdote da arquidiocese de São Paulo que estuda para o doutorado em bioética em Roma.
Cristiane Murray – Cidade do Vaticano
Os macacos Zhong Zhong e Hua Hua nasceram na China e são os primeiros primatas clonados da História. Causam preocupação no meio científico porque significam a quebra de uma barreira que pode permitir a aplicação da técnica nos seres humanos.
Segundo os cientistas do Instituto de Neurociências de Xangai (China), “os animais viabilizarão o estudo de doenças que atingem os humanos e o desenvolvimento de novos remédios”, mas são muitas as instituições que condenam experimentos de clonagem.
A ONG Pessoas para o Tratamento Ético dos Animais (Peta) divulgou em seu site um protesto em que classifica a clonagem como uma “ciência Frankenstein”, que serviria apenas para aumentar o sofrimento das espécies.
O Vatican News contatou o Padre Tiago Gurgel, médico pediatra, sacerdote da Arquidiocese de São Paulo que em Roma estuda para o doutorado em bioética:
A grande novidade é que os chineses conseguiram clonar um primata.
“ O experimento é visto como a quebra da ‘barreira técnica’ que pode futuramente abrir a porta para a clonagem de humanos ”
“A técnica da clonagem já existe desde 1952, quando foi clonado pela primeira vez um sapo, mas esta técnica só se tornou famosa mesmo em 1996, quando foi clonado um mamífero, a famosa ovelha ‘Dolly’. Depois disso, cerca de outros 23 animais já foram clonados, como gatos e cachorros”.
Como se realiza o experimento
“A técnica da clonagem consiste na transferência nuclear de células somáticas, ou seja: você retira o núcleo de uma célula de um animal adulto, transfere este núcleo para um óvulo, e o coloca em condições para se fertilizar e se desenvolver.
A novidade que permitiu a clonagem de um primata está no fato de que o núcleo não foi extraído de uma célula somática adulta, mas de um feto de um macaco que permitiu, associado a uma outra técnica, além da transferência nuclear, que permite uma espécie de ‘edição genética’, isto é, a correção dos danos genéticos causados pela transferência nuclear que permite a clonagem”.
O objetivo, segundo os cientistas chineses
“Os pesquisadores chineses garantem que o objetivo da técnica de clonagem dos primatas não é necessariamente avançar para obter a clonagem de seres humanos, mas conseguir animais idênticos que permitam o estudo de doenças genéticas, que permitam definir melhor suas causas e possíveis tratamentos para doenças como Azheimer e alguns tipos de câncer.
Não é ético, e nem permitido, fazer clonagem humana. Isto já foi proibido desde 2005 pela Assembleia geral das Nações Unidas, na medida em que a clonagem humana é incompatível com a dignidade humana e com a proteção da vida humana”.
Fonte: CNBB

Santo do dia

SANTA MARIA DOMENICA MANTOVANI



Maria Domenica nasceu em Verona, no dia 12 de novembro de 1862. Teve nos seus pais João Batista Mantovani e Prudência Zamperini, e no seu avô, que vivia com eles, a influência profunda de uma família honesta e cristã de trabalhadores simples, piedosos e dignos.
Frequentou apenas a escola primária, por causa da pobreza da família. Mas a falta de cultura foi compensada pelos dotes de inteligência, vontade e grande senso prático. Desde criança mostrou sua vocação religiosa e, incentivada pelo avô, dedicava-se à oração e a tudo o que se referia a Deus.
Aos quinzes anos, Maria Domenica passou a ser orientada pelo padre José Nascimbeni, que a levou a prosseguir na vida da perfeição. Ela dedicava-se ao ensino do catecismo às crianças, visitava e assistia os doentes e os pobres.
Maria Domenica foi a principal fundadora de uma nova família religiosa, chamada "Pequenas Irmãs da Sagrada Família". Espalhado pelo mundo, este instituto conta com mil e duzentas Irmãs presentes em cento e cinquenta casas na Itália, Suíça, Albânia, Angola, Argentina, Paraguai, Uruguai e Brasil, dedicadas às mais variadas atividades apostólicas e caritativas.
Madre Maria Josefina da Imaculada faleceu depois de breve enfermidade, no dia 02 de fevereiro de 1934.

Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR


“Gostamos do que somos e amamos o que fazemos”, diz dom Jaime Spengler


No mesmo dia em que celebra liturgicamente a Apresentação do Senhor, a Igreja Católica também comemora o Dia Mundial da Vida Consagrada, neste 02 de fevereiro. Por ocasião da data, o arcebispo de Porto Alegre (RS), dom Jaime Spengler, presidente da Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), enviou uma mensagem a todos aqueles(as) que disseram sim à esta forma de servir à Igreja.
O religioso agradeceu a Deus a graça da vocação à vida consagrada de tantas pessoas que se empenham em testemunhar e anunciar o Evangelho do crucificado-ressuscitado pelas diferentes regiões do Brasil. Aos que acolheram o convite de Deus para viver essa forma de vida, dom Jaime diz que é necessário pedir a graça da recordação e sempre ter em mente que foram escolhidos por Alguém, que os amou e ama desde sempre. O religioso também exortou a todos consagrados e consagradas, considerando o momento histórico, a demonstrarem o orgulho por terem esta opção de vida. “Não tenhamos medo de dizer aos adolescentes e jovens que: ‘Gostamos do que somos e amamos o que fazemos’”.
Desafios para a vida religiosa – Para dom Jaime, os desafios da vida consagrada hoje são os mesmos que perpassam a sua história: “ser no mundo testemunha de fé e esperança, sinal do Reino de Deus e sua justiça, expressão de compromisso evangélico na defesa e promoção da vida”. Os Consagrados, definiu, são homens e mulheres que se empenham por viver de forma especial o seguimento de Jesus Cristo.
O arcebispo reforça que a vida consagrada é uma forma de pertença a Deus no seguimento de Jesus Cristo e seu Evangelho. “A decisão de seguir o Crucificado-Ressuscitado através das diversas expressões de vida consagrada implica assumir corajosamente os conselhos evangélicos”, disse. A promoção de novas vocações é outro desafio atual indicado pelo presidente da Comissão para a Vida Consagrada da CNBB. “Precisamos promover um mutirão vocacional, apresentando às novas gerações a beleza das diferentes formas de vida consagrada na Igreja”.
Fonte: CNBB

Papa Francisco nomeia bispo para a diocese de Barra do Piraí – Volta Redonda (RJ)

O papa Francisco nomeou, nesta quarta-feira, 13 de março, para a diocese de Barra do Piraí-Volta Redonda (RJ) dom Luiz Henrique da Silv...